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LIVRE REGISTRO

Mariscos de botas e chapéu

Está chegando a Festa Nacional do Marisco, em Penha. Comemorando os 15 anos, a programação vai do dia 11 até 15 de fevereiro, com muita gastronomia típica e cultura, além de quatro shows nacionais, que vão agradar principalmente os fãs do sertanejo e pagode, mas que vem recebendo muitas pedradas dos integrantes da comunidade de Penha no Orkut.

No dia 12 a atração é Luan Santana, o garoto-prodígio com o "sertanejo universitário" hoje cantado com coros de garotas histéricas até em discos de estúdio.


Já no dia 13, quem sobe ao palco principal é Daniel, o homem que veio de Brotas para arrebentar corações com músicas românticas e embalos que não podem faltar em festas. Por aqui tem gente perguntando se ele ainda usa cuecas Mash, rsrsrs...


No dia 14, mais uma dupla da safra atual dos cowboys urbanos: Fernando e Sorocaba, com os embalos para a mulherada gritar e os homens ficarem de olho nelas. Só de olho, já que elas querem ver mesmo são os garotos de chapéu e botas, mas com perfumes importados (nada de cheiro de vaca e leitão!);


E no dia 15, para acabar, sobe ao palco o grupo Intuição, para tocar o pagode lá-lá-lá-ê-ê-ê e mais algumas letras intercaladas entre essas palavras.


E, como o pessoal chiou por conta das atrações nacionais, a organização da Festa do Marisco traz também bandas regionais mais ecléticas, entre elas, Nego Joe, os talentosos garotos da praia que vão fazer um som verdadeiramente litorâneo.


* ainda bem que o marisco tem casca...


A entrada na festa é gratuita, exceto para as atrações nacionais, que têm ingressos variando entre R$ 20 e R$ 1.500,00 para camarotes de até 10 pessoas para todos os dias de festa.


Mais informações em www.turismopenha.com.br


Dragagem sustentável


Ontem, 08, Balneário Piçarras discutiu em audiência pública o projeto de desassoreamento dos Rio Piçarras e Furado. O projeto, apresentado na Univali, prevê dragagem de forma sustentável.

Destaque para a participação da população, que foi conhecer e tirar dúvidas sobre o projeto. O diretor de urbanismo da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, André Serafim, destacou em um vídeo trechos onde, nas décadas de 70 e 80 havia até 4 metros de profundidade, sendo hoje possível caminhar com água pela cintura. Isso prejudica a navegação e cria grandes problemas de alagamento quando ocorrem chuvas como as do final de 2008.

As obras devem durar dez anos e têm orçamento de R$ 16 milhões, sendo 15,8 milhões do Governo Federal e R$ 835 mil do município. O projeto foi elaborado pela Alianza Engenharia e foi o primeiro do estado contemplado com os recursos liberados pela Caixa Econômica Federal para prevenção de enchentes.


Segundo o engenheiro da Alianza, Sergio Golnick, serão usados dois tipos de drenagem: nas áreas ocupadas, a areia e sedimentos serão retirados e colocados em um bota fora, onde posteriormente será feita a avaliação do aproveitamento do material.


Já em áreas onde ainda existem mangues e vegetação ciliar preservada, a dragagem vai utilizar uma escavadeira hidráulica sobre um flutuante, depositando os sedimentos em uma balsa que vai levar ao bota fora mais próximo. A ideia é impactar o mínimo as áreas preservadas e, caso alguma vegetação seja eventualmente danificada, deverá haver compensação com a plantação de espécies nativas no mesmo local.


Nesta quinta-feira (11) acontece a concorrência pública para definir quem vai tocar as obras. Das 16 empresas que retiraram o edital, 11 foram habilitadas e participaram da visita técnica ao rio.